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Abstract
acessibilidade é um direito cívico, uma condição essencial para o pleno exercício de cidadania, logo não deve ser negada a nenhum cidadão.
O estudo refere-se a ambientes edificados, de carácter histórico que foram desenhados primordialmente para a população que se encontra em plenas capacidades físicas.
O trabalho tem como objectivo identificar as barreiras arquitectónicas, que excluem o acesso a um grupo específico de cidadãos fora do padrão de normalidade. Ou seja, pessoas com impossibilidade de locomoção e que se desloquem em cadeira de rodas, ou com algum tipo de deficiência sensorial, ou ainda que tenham temporária ou permanentemente condicionamento na sua mobilidade, como grávidas, crianças e idosos.
Deste modo proponho estratégias correctivas, que permitam a estes cidadãos de mobilidade reduzida, um acesso fácil e adequado a alguns monumentos seleccionados da cidade de Tomar, de acordo com as suas condicionantes, melhorando notoriamente as suas condições de vida e proporcionando a sua inclusão na sociedade, respeitando sempre a integridade e a substância física dos edifícios histórico em estudo.
O trabalho está organizado em três partes:
- Na primeira parte, faz-se o enquadramento do tema, identificam-se os conceitos e finalidades de acessibilidade a edifícios históricos, refere-se a evolução legislativa em Portugal sobre esta temática, listam-se as exigências espaciais daí decorrentes e finaliza-se com uma referência geral às imobilidades a edifícios históricos;
- Na segunda parte, apresentam-se os cinco casos de estudo em Tomar, descrevendo a situação actual destes edifícios históricos e propondo soluções que eliminem as suas barreiras arquitectónicas;
- Na terceira e última parte do trabalho, são expressas as considerações finais.





