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Abstract
Através da presente dissertação, pretendemos efetuar breves considerações relativamente à temática da mobilidade do trabalhador subordinado no Direito do Trabalho em Portugal. A relação laboral é no presente, devido à atual crise instalada, deveras importante, no sentido de ser uma relação em que ambas as partes procuram um autêntica estabilidade, de modo a, como fim último dessa relação conjugada, sejam atingidos os objetivos empresarias por parte da empresa e, consequentemente, que o trabalhador saia satisfeito económica e socialmente dessa reunião. Ao longo das últimas décadas a relação laboral tem vindo a tornar-se cada vez mais complexa, pelo que a sua análise tem elevada utilidade prática para a sociedade em geral.
Iremos analisar e criticar o regime atual da mobilidade geográfica do trabalhador subordinado, em especial, os conceitos de local de trabalho e “prejuízo sério”, para além de uma breve exposição histórica. Não poderemos deixar de mencionar o direito coletivo nesta análise, bem como, também não poderemos deixar de abordar a co-relação entre o regime atual e a crise económica.
A fim de uma clara e simples informação, suscetível de ser interpretada pelo homem comum, pretendemos contribuir para o aflorar de um direito moderno, um direito que se preocupe com todos os intervenientes, através de uma liberdade autónoma das normas, um direito que não tome parte, aquele que se espera ser um verdadeiro Justo Juiz.





